A Morte do Cinema

Álvaro Dias, mecânico de automóveis, (re)construiu dois projectores de
cinema e inventou-lhes o sistema de leitura fotosonora. Através das suas
"máquinas de precisão” descobriu, fascinado, o que é a técnica e a ilusão
do cinema. Durante a ditadura, o seu cine-garagem recebeu, clandestinamente,
amigos e curiosos.
Preencheu o ecrã, feito de um lençol branco, com filmes “apimentados” e
“para senhoras”.
Que imagens se projectam hoje no seu ecrã?

Ficha Técnica

Ideia original
PEDRO SENA NUNES


Realizador
PEDRO SENA NUNES


Som
EMÍDIO BUCHINHO


Imagem
PEDRO SENA NUNES


Montagem
MICAEL ESPINHA


Produtor
PEDRO SENA NUNES


Edição Imagem
SUBFILMES


Genérico
JOÃO PELICA
SÉRGIO ARAGÃO


Edição e Mistura Som
CANTINHODAMUSICA.COM
NUNO ROSÁRIO


On Line
PELICAFILMES


Laboratório
TOBIS PORTUGUESA


Film Recording
SÉRGIO ARAGÃO


Etalounage
DORA MADEIRA


Mistura Dolby SR

VIDEOCINE
TIAGO MATOS


Fotosonoro
MADRID FILMES


Design Gráfico
A. ROQUE


Contabilidade
FERNANDO SEMEÃO


Tradução
PAOLA GUARDINI
PETER TAYLOR


Web Designer
NELSON DEICADO


Produção
ASSOCIAÇÃO MERIDIONAL DE CULTURA


Colaboração
ASSOCIAÇÃO VO’ARTE
TIAGO AFONSO SENA

Prémios

Prémio Melhor Documentário
3º Festival Videocor. 2003


Prémio Melhor Documentário
2º Festival Cinema do Mediterrâneo. 2005